Deserto do Atacama – antes de partir…

Olá pessoal!

Conforme adiantei para vocês, nossas férias de 2014/2015 foram no Chile, onde meus pais estão vivendo atualmente. Então, a partir de hoje, teremos uma série de posts sobre essa viagem incrível. Além de passar o Natal por lá, planejamos conhecer Santiago e seus arredores (Viña del Mar, vinícolas, Valle Nevado, etc.), mas o foco da nossa expedição foi o deserto do Atacama.

Devido à quantidade de dias de férias disponível, tivemos que escolher entre  ir para o norte ou para o sul do Chile. Comprido do jeito que esse país é, não teríamos tempo de percorrer tudo em 10 dias.

Decidida a direção, era hora de buscar informações, reservar hoteis, pensar no que levar.

A primeira providência  foi tomada pelo meu pai: o carro. Como ele ia precisar comprar um carro mesmo, resolveu unir o útil ao agradável e adquirir um carro em que coubéssemos todos e que servisse para nossa viagem de fim de ano. Mas como conciliar 6 pessoas e seus pertences em um carro só? Apesar de ter resolvido por uma dessas caminhonetes que têm bancos embutidos no porta-malas, o dilema era: onde vão as malas? a solução foi comprar um bagageiro de teto e, após medir o espaço alí disponível, cada um poderia levar, apenas, uma sacola pequena.

Já pensaram no problemão para as mulheres? aff…pânico total! Apesar de já ter viajado muito, o meu problema é sempre a mala… uma indecisão só. Fui pesquisar na internet: “mala para o deserto do Atacama”. Chapéu, roupas leves para o dia, e casaco pesado para a noite (para quem não sabe, no deserto é assim, um calorão de dia e muito frio à noite). O tipo de roupa é mesmo estilo aventura, o negócio é levar tênis de tracking, bermudas, calças (tipo leggin ou aquelas de bolsos) e mochila para poder carregar o tal kit hidratação: protetor solar, hidratante, vaselina líquida (li que o hidratante às vezes não da conta), colírio, Bepantol, soro fisiológico nasal e água, muita água.

Aí foi a vez de ver como seria o trajeto, e em quais cidades pararíamos para dormir no caminho até San Pedro de Atacama, o principal povoado do deserto. Pelo Google maps, o nosso tempo de viagem até San Pedro, apesar de serem apenas 1630km, seria de 30h. Q??? Caramba, as estradas devem ser horríveis, pensamos. Calcula pra lá, calcula pra cá, decidimos onde precisaríamos parar para dar conta de chegar lá inteiros: Copiapó e Antofagasta na ida;  e, na volta, Chañaral e La Serena. Esta meio que já estava nos nossos planos, é um balneário, e seria ideal parar um pouco na praia depois de tantos dias cobertos de areia.

O nosso hotel em San Pedro já estava reservado para o período de 28/12 a 01/01, foi presente de Natal do papai e da mamãe hehehe. Começamos, então, a ver sobre os hotéis. Antofagasta e La Serena são cidades razoavelmente grandes, mas Copiapó e Chañaral, são bem pequenas e com pouca estrutura de hospedagem. Se estiver planejando ir por aqueles lados, vale começar reservar com antecedência.

Roteiro. Ai ai, o roteiro… quatro dias em pleno deserto, uns 10 passeios indicados pelos guias… Quais escolher? Fomos pelos mais conhecidos mesmo: Valle de la Luna, Lagunas Altiplánicas, Salar de Atacama, Geysers del Tatio… e ainda teríamos tempo para dar uma volta na cidade, ficar de molho na piscina do hotel e incluir algum outro passeio, se desse vontade na hora.

Tudo acertado, e alguns meses depois era hora de partir! Brasília-Santiago-Brasília era o nosso trajeto aéreo… o que aconteceu nesse meio tempo vai ficar para o próximo post!

 

 

 

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